CNT, DATASUS, GeoSampa e Sistran, todas as fontes oficiais de dados sobre acidentes de trânsito.
Fontes oficiais Dados públicosAtualização mensal/anual
Painel de dados abertos de trânsito com fontes PRF/CNT (rodovias federais),
DATASUS (mortalidade) e GeoSampa (São Paulo capital). Acesse estatísticas de acidentes por rodovia,
estado e tipo de veículo. Todos os dados são públicos e gratuitos.
O Painel CNT de Acidentes Rodoviários agrega dados da Polícia Rodoviária Federal sobre acidentes em rodovias federais. Inclui: rodovia, km, tipo de acidente, causas, total de envolvidos, feridos graves e óbitos. Dados disponíveis por estado, rodovia e tipo desde 2019.
DATASUS é o banco de dados do Ministério da Saúde com registros de óbitos por causas externas, incluindo acidentes de trânsito, por município e causa (CID-10 V01-V99). Permite analisar a mortalidade no trânsito com recorte de faixa etária, sexo e localização. Acesso em datasus.saude.gov.br/tabnet.
GeoSampa é a plataforma de mapas georreferenciados da Prefeitura de São Paulo. Possui a camada "Acidentes de Trânsito" com dados da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego), mostrando localização exata de cada acidente registrado na capital. Acesse em geosampa.prefeitura.sp.gov.br.
Sistran é o Sistema de Registro de Acidentes de Trânsito para municípios, desenvolvido pelo Denatran/Senatran. Permite que prefeituras registrem e analisem acidentes em vias urbanas municipais. Integra com o RENAEST (Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito).
Dados da PRF: dados.prf.gov.br/dataset/acidentes (CSV/JSON, gratuito). Dados DATASUS: datasus.saude.gov.br/tabnet. Dados do Infosiga SP: infosiga.detran.sp.gov.br (CC-BY 4.0). Dados GeoSampa: geosampa.prefeitura.sp.gov.br (download em shapefiles ou CSV).
A BR-116 (Rio-Bahia) é historicamente a rodovia com mais acidentes do Brasil, seguida pela BR-101 (Litorânea) e BR-153 (Belém-Brasília). Estas são também as rodovias de maior extensão. A BR-376 (PR/SC) tem a maior taxa por quilômetro. Dados atualizados disponíveis no Painel PRF acima.
Capotamentos e saídas de pista têm a maior letalidade (mortes por acidente). Atropelamentos de pedestre são fatais em 15% dos casos. Colisões traseiras são as mais frequentes, mas raramente fatais. Colisões frontais, embora raras (2%), representam 20% dos óbitos em rodovias federais.
Sim. A API da PRF está disponível em dados.prf.gov.br. O BrasilAPI (brasilapi.com.br) não tem módulo de acidentes ainda. O portal de dados abertos do governo federal (dados.gov.br) lista datasets da PRF, ANTT e Denatran para download gratuito em formatos abertos.
Consulte: Infosiga (SP), GeoSampa (São Paulo capital), portal da PRF para rodovias federais, e o portal de dados do Detran do seu estado. Para municípios, solicite ao setor de engenharia de tráfego da prefeitura o mapeamento de "pontos negros" via Lei de Acesso à Informação.
O IPEA estima em R$ 56 bilhões anuais o custo total dos acidentes de trânsito no Brasil (2023), incluindo atendimento hospitalar, reabilitação, perda de produtividade, danos materiais e custos judiciais. Cada óbito no trânsito gera um custo médio de R$ 400 mil para a sociedade.