O que é o código FIPE, na base medida
A Tabela FIPE não precifica carros. Ela precifica fichas, e cada ficha é uma versão: um nome escrito com motorização, câmbio, número de portas e acabamento, dentro de um tipo de veículo. O código FIPE é a chave dessa ficha. É o número que a tabela usa para dizer "esta versão", e é o único campo que sobrevive igual quando o mesmo carro aparece em dez anúncios descritos de dez jeitos diferentes.
Na série histórica que usamos, aberta edição por edição, estão 11.424 códigos distintos: 7.387 de carro, 2.037 de moto e 2.000 de caminhão. Cada um deles corresponde a um nome diferente. Contamos: são 11.424 combinações de marca e versão distintas para 11.424 códigos, e nenhum nome aparece amarrado a dois códigos. A relação é de um para um, e é isso que faz do número uma chave útil.
O que ele não é: identidade do exemplar. O código fala da versão, como o modelo de uma camiseta fala da camiseta. Dois carros com o mesmo código podem valer coisas muito diferentes, e a tabela não tem como saber isso.
O formato: seis dígitos, um hífen e um verificador
Passamos os 11.424 códigos por uma checagem de forma e todos vêm no mesmo molde: seis dígitos, hífen, um dígito. Zero surpresa de formato, zero código com letra, zero com oito dígitos. Dentro desse molde, os números têm lógica, e foi possível medir essa lógica.
Os três primeiros dígitos abrem o bloco da marca. São 240 blocos na série inteira, e 238 deles carregam uma única marca. Os dois que carregam duas são casos de grafia, não de compartilhamento: o bloco 832 traz KYMCO e KIMCO, e o 872 traz REGAL PARTOR e REGAL RAPTOR. É a mesma moto escrita de dois jeitos na fonte, e não duas marcas no mesmo número.
Os três dígitos seguintes correm como número de versão dentro do bloco, e agrupam o modelo. No bloco da Fiat, que é o 001: 001001 é a Fiorino Furgão 1.5 mpi / i.e., 001002 é a Fiorino Pick-Up Working 1.5 mpi / i.e., 001003 é a Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 mpi / i.e. e 001004 já é Palio EX 1.0 mpi 2p. A ordem não é aleatória: quem entra na sequência de Fiorino fica junto.
O último dígito é o verificador, calculado sobre os seis anteriores. Ele não carrega informação nova, e isso é mensurável: são 11.424 prefixos de seis dígitos e 11.424 códigos. Conhecer os seis primeiros dígitos entrega o sétimo. O verificador existe para proteger a transcrição, não para dizer nada sobre o veículo.
| Tipo | Bloco de prefixo | Blocos distintos | Códigos | Participação |
|---|---|---|---|---|
| Carros | 001 a 309 | 108 | 7.387 | 64,7% |
| Motos | 701 a 899 | 103 | 2.037 | 17,8% |
| Caminhões | 501 a 532 | 29 | 2.000 | 17,5% |
| Total | 240 blocos | 240 | 11.424 | 100% |
A separação por faixa é limpa o suficiente para virar regra de bolso: se os três primeiros dígitos ficam entre 001 e 309, é carro; entre 701 e 899, é moto; entre 501 e 532, é caminhão. É assim que se detecta, sem consultar nada, que alguém trocou uma moto por um carro na hora de copiar o número.
Alguns blocos são densos. Fiat (001) tem 586 códigos, GM Chevrolet (004) 557, VW (005) 549, Ford (003) 497, Renault (025) 341, Hyundai (015) 261, Toyota (002) 222. Como o bloco comporta 1.000 combinações nos três dígitos finais, o bloco da Fiat já está com 58,6% das vagas usadas, e isso explica por que marca nova entra em bloco novo em vez de encaixe no meio.
Valide um código agora
O campo abaixo roda a conta no seu navegador, sem enviar nada antes de você digitar seis dígitos, e depois consulta a base para dizer se aquele número existe e quanto custa em cada ano-modelo. A aritmética é a mesma descrita na próxima seção, então dá para conferir o cálculo na mão com calculadora se preferir.
Dica: digite um dígito errado de propósito no final e veja a verificação recusar. Depois troque um dos seis primeiros e repare que, na maioria das vezes, o número continua sendo recusado.
A conta do dígito verificador, passo a passo
A Fundação FIPE não publica a regra do dígito final, então fomos atrás dela do único jeito honesto: enumeramos as fórmulas plausíveis de dígito verificador e testamos cada uma contra todos os códigos. Foram 60 candidatas, cruzando cinco módulos (2, 3, 7, 10 e 11), quatro ordens de peso e três tratamentos para o resto alto. Uma casa em 11.424 de 11.424. A segunda melhor, que é a mesma conta tratando o resto alto como 1 em vez de 0, acerta 82% e erra já no terceiro código da série.
A regra, escrita como você faria numa calculadora:
- Multiplique cada um dos seis dígitos por 7, 6, 5, 4, 3 e 2O primeiro dígito pega 7, o segundo pega 6, e assim por diante até o sexto, que pega 2.
- Some os seis produtosEm 005364, a soma é 0 + 0 + 25 + 12 + 18 + 8, ou seja, 63.
- Divida por 11 e guarde só o resto63 dividido por 11 dá 5 com resto 8.
- O verificador é 11 menos o resto11 menos 8 é 3, e o Gol SELEÇÃO 1.6 I MOTION é 005364-3.
- Exceção que todo mundo esquece: resto 0 ou resto 1 viram dígito 0É o caso do 001003 (soma 11, resto 0) e do 001009 (soma 23, resto 1). Os dois terminam em 0, e é daí que sai a maioria dos 2.062 códigos com verificador zero.
| Ficha | Conta com os pesos 7, 6, 5, 4, 3, 2 | Soma | Resto | DV |
|---|---|---|---|---|
| 005364-3 Gol SELEÇÃO 1.6 I MOTION | 0x7+0x6+5x5+3x4+6x3+4x2 | 63 | 8 | 3 |
| 005521-2 Polo GTS 1.4 TSI 16V Flex | 0x7+0x6+5x5+5x4+2x3+1x2 | 53 | 9 | 2 |
| 811133-2 CG 160 TITAN (moto) | 8x7+1x6+1x5+1x4+3x3+3x2 | 86 | 9 | 2 |
| 509308-2 Mercedes-Benz (caminhão) | 5x7+0x6+9x5+3x4+0x3+8x2 | 108 | 9 | 2 |
| 005024-5 Kombi Standard/ Luxo/ Série Prata | 0x7+0x6+5x5+0x4+2x3+4x2 | 39 | 6 | 5 |
| 067001-4 Fibravan Buggy Plus 1.6 8V | 0x7+6x6+7x5+0x4+0x3+1x2 | 73 | 7 | 4 |
| 035014-1 Porsche 911 Turbo Coupe 3.6/3.8 | 0x7+3x6+5x5+0x4+1x3+4x2 | 54 | 10 | 1 |
| 001003-0 Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 mpi | 0x7+0x6+1x5+0x4+0x3+3x2 | 11 | 0 | 0 |
| 001009-0 Palio 1.6 mpi 16V 2p | 0x7+0x6+1x5+0x4+0x3+9x2 | 23 | 1 | 0 |
Duas leituras dessa tabela valem mais que a fórmula. A primeira: o Porsche 911 Turbo tem resto 10 e dígito 1, o que mostra que o verificador não é o resto, é o complemento do resto. A segunda: o Fiorino Trekking (resto 0) e o Palio 1.6 (resto 1) terminam os dois em 0, e essa é a única fresta pela qual a verificação deixa passar erro, como a próxima seção mede.
O que o verificador pega, e o que escapa
Em vez de discutir a teoria do dígito verificador, simulamos os erros. Pegamos os 11.424 códigos e, para cada um, reescrevemos as seis posições com todos os dígitos possíveis diferentes do original, depois trocamos cada par de posições entre si, e contamos quantas dessas versões feridas ainda passariam na checagem.
| Erro simulado | Casos testados | Pegos | Escapam | Detecção |
|---|---|---|---|---|
| Um dígito trocado nos seis primeiros | 616.896 | 605.570 | 11.326 | 98,2% |
| Dois dígitos trocados de posição | 148.159 | 145.653 | 2.506 | 98,3% |
| Erro no próprio dígito verificador | 102.816 | 102.816 | 0 | 100% |
| Código inventado, com verificador calculado | 988.576 | 0 | 988.576 | 0% |
Os 11.326 escapes de dígito trocado não estão espalhados pela tabela: eles moram todos dentro dos 2.062 códigos cujo verificador é 0. Contamos um por um e a afirmação é literal, 11.326 de 11.326. O motivo é a exceção da regra: quando o resto é 0 ou 1, os dois estados viram o mesmo dígito final. Uma troca que leve um código de resto 0 para resto 1 produz um número que continua confere com o dígito anotado. Fora desse conjunto, a detecção é perfeita: nos 9.362 códigos com verificador diferente de zero, nem um único dígito trocado e nem uma única troca de posição escapa.
As trocas de posição seguem o mesmo desenho: 2.506 escapam, todas dentro dos códigos terminados em 0, e elas atingem 1.505 dos 2.062. É por isso que a taxa de detecção sobe de 98,2% para 98,3% quando a conta é feita sobre o número de testes e não sobre o total absoluto de escapes.
Da checagem aritmética também dá para ver a distribuição dos dígitos, e ela é quase uniforme com uma anomalia explicável: o 0 aparece 2.062 vezes (18,0%) contra uma média de pouco mais de 1.000 para os outros nove, porque ele recebe os restos 0 e 1 juntos. Os demais: 1 aparece 1.063 vezes, 2 aparece 1.019, 3 aparece 1.052, 4 aparece 1.030, 5 aparece 1.050, 6 aparece 1.031, 7 aparece 1.045, 8 aparece 1.033 e 9 aparece 1.039.
O que o código não diz
Aqui está a parte que gera a maior parte do prejuízo em negociação: o ano-modelo não está no código. Ele é uma dimensão da consulta, não uma parte da chave. Medimos a mediana de ano-modelos com preço por ficha: 4. Mas a distribuição tem cauda longa e é ela que confunde.
| Ficha | Nome na tabela | Ano-modelos com preço | De | Até |
|---|---|---|---|---|
| 067001-4 | Fibravan Buggy Plus 1.6 8V | 38 | 1989 | 2026 |
| 039001-1 | BRM Buggy/M-8/M-8 Long 1.6 | 37 | 1985 | 2023 |
| 040002-5 | Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. | 36 | 1985 | 2027 |
| 035014-1 | Porsche 911 Turbo Coupe 3.6/3.8 (991/992) | 25 | 1995 | 2024 |
| 062001-7 | Bugre Buggy IV e V | 24 | 1985 | 2008 |
| 027024-5 | Subaru Forester 2.0/2.0 S/2.0 ES 4x4 Aut. | 23 | 1997 | 2021 |
| 005024-5 | VW Kombi Standard/ Luxo/ Série Prata | 22 | 1985 | 2006 |
| 005023-7 | VW Kombi Furgão | 22 | 1985 | 2006 |
Leia a primeira linha com calma: o mesmo 067001-4 aparece precificado de 1989 a 2026. Quem anota "067001-4: R$ 94.268" sem dizer o ano não anotou um preço, anotou um ponto de uma série. Como a mediana de edições por ficha é 177 das 310 publicadas, um código típico já apareceu com número próprio em 177 meses diferentes, cada um com o seu valor.
O que mais o código não diz, e isso é estrutura da base e não falha de uma edição: quilometragem, estado de conservação, cor, cidade, opcionais, sinistro, recall, histórico de proprietários e preço de fechamento. As duas tabelas da série somam onze colunas, cinco na ficha do veículo e seis no histórico de preço, e nenhuma delas descreve o exemplar.
Também não está no código a informação de que uma mesma ficha pode ter dois números no mesmo mês. Na edição 2026/10, 442 fichas de carro trazem duas linhas, todas pares de álcool com gasolina, com vão mediano de 21,8%. O dígito verificador não avisa qual das duas você está olhando.
Um nome de anúncio devolve vários códigos
É o efeito inverso do que a maioria espera: o carro é um só, os códigos são vários. Rodando a consulta por nome no ano-modelo 2020, o VW Polo devolve sete fichas com preço e a Honda CG 160 devolve cinco.
| Código | Versão do Polo 2020 | Valor na última edição |
|---|---|---|
| 005521-2 | Polo GTS 1.4 TSI 16V Flex | R$ 98.707 |
| 005476-3 | Polo Highline 200 TSI 1.0 Flex 12V Aut. | R$ 81.662 |
| 005477-1 | Polo Comfort. 200 TSI 1.0 Flex 12V Aut. | R$ 75.545 |
| 005513-1 | Polo Sense TSI 1.0 Flex 12V Aut | R$ 74.566 |
| 005499-2 | Polo 1.6 MSI Total Flex 16V 5p Aut. | R$ 68.991 |
| 005478-0 | Polo 1.6 MSI Flex 16V 5p | R$ 65.313 |
| 005479-8 | Polo 1.0 Flex 12V 5p | R$ 62.730 |
| Código | Versão da CG 160 2020 | Valor na última edição |
|---|---|---|
| 811133-2 | CG 160 TITAN FLEXONE/Ed.Especial 40 Anos | R$ 15.578 |
| 811159-6 | CG 160 TITAN S Flex | R$ 14.771 |
| 811147-2 | CG 160 FAN Flex | R$ 14.294 |
| 811142-1 | CG 160 CARGO Flex | R$ 13.336 |
| 811139-1 | CG 160 START | R$ 13.301 |
É por isso que a validação aritmética desta página não resolve sozinha o problema de quem negocia. Os sete códigos do Polo são todos válidos, todos existem e todos são "Polo 2020". A diferença entre o primeiro e o último é R$ 35.977, e nenhum teste de dígito escolhe entre eles. Isso se resolve lendo o nome completo da versão, que é o que a tabela escreve por extenso.
Dá para chegar ao código pelo Renavam ou pela placa?
Essa é a busca mais frequente que chega até aqui sem resposta pronta, então vale responder com a medição na mão e não com achismo.
Pelo Renavam, não. Abrimos a estrutura das duas tabelas da série e listamos as colunas. De um lado: código FIPE, tipo, marca, modelo e sigla de combustível. Do outro: código FIPE, ano-modelo, sigla, ano e mês de referência e valor. Não existe coluna de Renavam, placa ou chassi em parte alguma. O Renavam é registro do veículo no sistema de trânsito; a ficha é registro da versão na tabela. Nenhum dos dois bancos se fala por esse campo, e nenhuma consulta que prometa o contrário está usando a Tabela FIPE como fonte.
Pela placa, sim, e é o caminho que funciona. A placa devolve marca, modelo e ano do exemplar; com esses três campos a tabela localiza a versão e o valor da edição. É por isso que a rota útil tem duas etapas e não uma: consultar a FIPE pela placa para saber que veículo é, e depois voltar ao número desta página para conferir se a ficha citada é a certa. A página de como consultar a Tabela FIPE descreve a consulta por marca, modelo e ano.
Identifique o veículo e chegue ao valor da versão correspondente na edição do mês.
Onde o número é exigido
O código FIPE é campo obrigatório em três conversas que acontecem todo dia, e em cada uma ele resolve um problema diferente.
- Cotação de seguroA seguradora precifica a versão, não o exemplar. Com o código, você e o corretor coticam a mesma ficha; sem ele, a diferença entre um Polo 1.0 e um GTS passa a ser descoberta só no momento do sinistro, quando o valor segurado já está definido.
- Financiamento e avaliação de usadoO banco consulta a tabela para definir o valor de referência do bem. Um dígito errado num cadastro de sete dígitos muda a ficha e muda o valor financiado.
- Negociação de compra e vendaAqui o número é régua, e régua só vale se for a mesma régua. A conta medida do que fazer antes de assinar está em checklist antes de fechar a compra; a discussão de quando a tabela fica acima ou abaixo do preço de praça está em FIPE acima ou abaixo: quando negociar.
- Histórico da versãoPara ver quanto a mesma ficha custava há cinco anos, use o código como chave: a série mensal permite reconstruir a linha do tempo daquela versão, e é isso que faz a diferença entre "o carro desvalorizou" e "a versão saiu de linha".
Definição formal, curta e com os mesmos números, na entrada código FIPE do glossário.
Como medimos
Base. Série histórica própria da Tabela FIPE, montada a partir do dataset aberto do projeto fipeX (CC0): 310 edições mensais, de 2001/01 a 2026/10, 9.070.581 linhas no total e 9.070.560 com valor maior que zero, cobrindo os 11.424 códigos. A edição mais recente usada em todos os preços exibidos é a de 2026/10.
Regra do verificador. Enumeramos 60 fórmulas candidatas (módulos 2, 3, 7, 10 e 11, pesos contíguos em quatro ordens, três tratamentos de resto alto) e aplicamos cada uma aos 11.424 códigos, com o ranking completo das 60 guardado na apuração. A regra publicada é a única com 100% de acerto. Uma segunda implementação, independente da primeira, testou a fórmula código a código por outro caminho e registrou zero divergência nos 11.424.
Simulação de erro. Para cada código, reescrevemos uma posição por vez com os nove dígitos diferentes, e depois trocamos cada par de posições que tem dígitos distintos entre si. Comparamos o verificador da versão ferida com o verificador anotado na ficha. A simulação gerou os 616.896 testes de um dígito, os 11.326 escapes, os 148.159 pares transpostos e os 2.506 escapes delas. A mesma contagem prova, ficha a ficha, que os dois conjuntos de escapes caem dentro dos 2.062 códigos com verificador 0 (zero escapes fora dele) e que a média é de 5,49 escapes por ficha atingida.
Blocos e marcas. Agrupamos os 11.424 códigos pelos três primeiros dígitos e contamos marcas por bloco e tipos por bloco. A pureza de 238 em 240 é medida, não suposição, e os dois blocos impuros estão nomeados na seção de formato.
Ano-modelos e edições. Contagem de ano-modelos distintos e de edições mensais distintas por código, restrita a linhas com valor maior que zero, com a apuração guardada na base que gera esta página.
Arredondamento. Preços calculados em centavos e exibidos em reais sem centavo. Porcentagens com uma casa decimal: as duas taxas de detecção saem de 98,16% e 98,31% com duas casas. Vão é sempre ponta contra ponta dentro da mesma ficha e do mesmo ano.
Demanda. O recorte que motivou esta página vem do Search Console da BuscaFIPE: no intervalo de 90 dias encerrado em 25/10/2026, as buscas contendo "código FIPE" somaram 103 impressões em 9 consultas distintas, com zero cliques, e a maior delas pedia a consulta pelo Renavam. Ou seja: havia pergunta, não havia resposta no site.
O que esta página não responde
Qual código pertence ao seu carro. A base não guarda placa nem chassi, então não há como sair de um exemplar e chegar na ficha por aqui. Isso se resolve pela rota da placa, linkada acima.
Se o código é oficial hoje. A regra foi inferida e verificada nos 11.424 códigos desta série; ela é uma regularidade medida, não uma publicação da Fundação FIPE, e a fundação não descreve o algoritmo. Se a entidade publicar a regra e ela divergir, a divergência é dela conosco, e esta página será corrigida.
Preço de fechamento. A tabela é referência de versão, não o valor pago. Medimos o que a ficha diz e o vão entre fichas; não medimos negociação.
Qual versão escolher. A ficha não descreve equipamento, consumo nem segurança, então não dá para ranquear as sete fichas do Polo a partir dela. O que se pode afirmar é o preço de cada uma.
IPVA, licenciamento e débitos. Nada disso está na Tabela FIPE, e seguem pendentes no projeto a fonte primária de alíquota por unidade federativa e a contradição entre duas tabelas internas de IPVA. Preferimos deixar o tema fora desta página a publicar número não verificado.
Perguntas frequentes
O número confere. Agora veja se ele existe e quanto custa
A validação aritmética prova que a transcrição está certa. A ficha com preço, ano-modelo e edição é a outra metade, e está a um clique.
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