A desvalorização média dos veículos no Brasil gira em torno de 12% em doze meses. Modelos como Toyota Corolla, Toyota Hilux e Honda City retêm muito mais valor, com quedas na faixa de 4% ou menos ao ano, segundo levantamentos de revenda de 2026.
Os campeões de retenção de valor
A desvalorização média de um carro no Brasil fica em torno de 12% ao ano. Os modelos abaixo ficam muito abaixo disso, segundo levantamentos de revenda de 2026.
- Toyota Corolla — sedã com desvalorização próxima de zero em alguns períodos medidos.
- Toyota Hilux — líder entre picapes, com queda de cerca de 4%.
- Honda City — entre os sedãs que mais retêm valor.
- Fiat Strada — picape leve com desvalorização média em torno de 4% ao ano.
- Toyota Corolla Hybrid — entre os híbridos que menos desvalorizam.
Por que esses modelos seguram o preço
Não é sorte. Três fatores sustentam a retenção de valor, e eles se repetem nos modelos da lista.
- Confiabilidade mecânica — carros com fama de durar geram confiança no usado.
- Liquidez de mercado — modelos muito procurados vendem rápido e seguram preço.
- Pós-venda e peças — rede ampla e manutenção acessível reduzem o risco de quem compra usado.
Como usar isso na compra
Comprar um carro que desvaloriza pouco é comprar com prejuízo menor embutido. A diferença entre perder 4% e 12% ao ano, ao longo de alguns anos, é dinheiro real de volta na revenda.
Antes de decidir, use a Tabela FIPE para comparar o valor do modelo hoje com o de anos anteriores — isso mostra a desvalorização real dele. O simulador de depreciação ajuda a projetar o cenário.
Um cuidado importante
Reter valor não é o único critério. Um carro que desvaloriza pouco mas não atende sua necessidade de espaço ou uso é uma má compra. Retenção de valor é um fator, não o único.
E confirme sempre com dado atual: rankings de revenda mudam a cada ano, e a desvalorização real depende da versão, do ano e da conservação. A FIPE do modelo específico é a fonte definitiva.
Fontes
Dados de desvalorização de levantamentos de revenda de 2026 de Terra Mobilidade e Valeti. Varia por versão e ano — confirme na FIPE.
Acompanhe a desvalorização real do seu modelo na Tabela FIPE.
Consultar Tabela FIPE →Perguntas frequentes
Qual carro menos desvaloriza no Brasil em 2026?
Entre os modelos com menor desvalorização em 2026 estão o Toyota Corolla, com queda próxima de zero em alguns períodos, o Toyota Hilux entre as picapes, com cerca de 4%, e o Honda City entre os sedãs. Eles retêm muito mais valor que a média do mercado, de cerca de 12% ao ano.
Quanto um carro desvaloriza por ano no Brasil?
A desvalorização média de um veículo no Brasil gira em torno de 12% em doze meses. Modelos com alta liquidez e confiabilidade ficam bem abaixo disso, com quedas na faixa de 4% ou menos ao ano. A desvalorização real de cada carro pode ser conferida comparando seu valor histórico na Tabela FIPE.
Por que alguns carros desvalorizam menos?
Três fatores sustentam a retenção de valor: confiabilidade mecânica, que gera confiança no usado; liquidez de mercado, já que modelos muito procurados vendem rápido; e um bom pós-venda, com rede ampla e peças acessíveis. Esses pilares se repetem nos modelos que mais seguram preço no mercado brasileiro.
Vale a pena pagar mais caro por um carro que desvaloriza menos?
Muitas vezes sim, porque a diferença entre perder 4% e 12% ao ano se acumula e retorna na revenda. Um preço de compra maior pode se justificar por uma desvalorização menor. Ainda assim, retenção de valor é um fator entre outros, e o carro precisa atender à sua necessidade real de uso.
Como saber a desvalorização real de um carro?
Compare o valor do modelo específico na Tabela FIPE hoje com o de anos anteriores: a diferença mostra a desvalorização real, e não a estimada. A desvalorização varia por versão, ano e conservação, por isso a consulta ao valor FIPE do carro exato é a forma mais confiável de medir.